O elevador que não leva a lugar nenhum foi construído em uma escola pública.

O caso absurdo esta sendo investigado pelo Ministério Público do Ceará
O caso absurdo esta sendo investigado pelo Ministério Público do Ceará

#Obra Pública no #Brasil quase sempre foi sinônimo de ineficiência e corrupção de alguns políticos. Em Fortaleza, no Ceará, um elevador instalado em uma escola pública no Bairro Quintino Cunha é alvo de investigação do Ministério Público do Ceará (MPCE).

A obra custou cinquenta mil reais, de acordo a 16ª Promotoria de Justiça de Defesa da Educação. Perto de outras obras superfaturadas, normalmente feitas por alguns políticos corruptos, não foi o valor do elevador que chamou a atenção do Ministério Publico. Mas sim o fato de que o elevador não leva a lugar algum, isso mesmo, a obra dá acesso a um local inexistente.

Segundo a Secretaria Municipal da Educação (SME), no projeto existe uma explicação lógica para o elevador, é que na reforma da Escola onde a obra “estranha” foi construída, será feita uma passarela entre os dois andares existentes no prédio escolar. O elevador terá acesso a esta passarela, permitindo assim, que os alunos cheguem ao segundo andar do prédio.

A promotoria teve acesso ao relatório da obra realizada na escola no primeiro semestre do ano passado. A promotora Elizabeth Maria relatou que após uma denúncia estranha, em que o denunciante dizia que o elevador não tinha chão, ela resolveu ir in loco na escola inspecionar a obra.

No local ela constatou o absurdo. Segundo a promotora, na escola já existe uma rampa de acessibilidade, o que por si só já dispensava a necessidade de construção de um elevador, mas pior do que o fato do elevador ter sido construído, era a situação de ele não levar para lugar algum. E com isto o poder público, além de gastar indevidamente o dinheiro da população na construção da obra, teria que gastar também na manutenção do equipamento.

Cerca de dois anos atrás uma vistoria do Ministério Público do Ceará (MPCE), havia constado irregularidades na infra estrutura do prédio escolar. Principalmente a falta de acessibilidade à biblioteca e aos banheiros da escola.

Na época foi firmado uma TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) entre a promotoria e a administração da prefeitura de Fortaleza, para que os problemas de acessibilidade fossem corrigidos.

A promotora disse que esta TAC não justifica a obra desnecessária, por isso, o Ministério Publico irá apurar as responsabilidades pela construção do elevador e pediu para a Prefeitura de Fortaleza um relatório sobre a obra.

Já a Secretaria Municipal de Educação de Fortaleza relatou em nota que até a próxima segunda-feira (16), será iniciada a obra de construção da passarela que ligará os dois andares da escola, dando assim sentido ao elevador. A obra deve ser finalizada em sessenta dias.

Fonte: BlastingNews

Acidente aconteceu no condomínio Nova Ipanema.


Condomínio onde integrantes de uma mesma família sofreram acidente em elevador – Pedro Teixeira / Agência O Globo

RIO — Sete pessoas de uma mesma família ficaram feridas após um elevador despencar em um prédio na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, na noite desta segunda-feira. As vítimas — sete adultos e uma criança de seis anos— estavam de saída para jantar, por volta das 20h, quando o acidente aconteceu, no edifício Giacometti, um dos oito que integram o condomínio Nova Ipanema. A criança não sofreu ferimentos.

As vítimas pegaram o elevador no décimo sétimo andar do prédio. De acordo com Sérgio Gazzola, parente das pessoas que sofreram o acidente e que não estava no elevador na ocasião, contou que a queda teria ocorrido a partir do oitavo andar. Dentre as pessoas que sofreram o acidente estavam moradores do Rio e os parentes que vieram de Belo Horizonte, em Minas Gerais, para passar o Réveillon no Rio.

— Eles saíram do 17º andar e acredita-se que o elevador tenha despencado do oitavo para baixo, porque foi a hora que o pessoal viu que o visor do elevador apagou. Depois, caiu — afirmou ele. — O socorro foi feito pelo Corpo de Bombeiros e ambulâncias do Samu, demorou cerca de 15 minutos para tirarem eles do elevador.

Militares do quartel da Barra foram acionados para realizar o socorro. As vítimas foram levadas para o Hospital municipal Lourenço Jorge, no mesmo bairro. Nenhum deles corre risco de morrer. Dentre as vítimas, uma das integrantes da família, Junia Calazans, fraturou uma das vértebras e dois homens sofreram fraturas na região do joelho. Eduardo Gazzola, que mora no Rio, Renato Drummond, morador de Belo Horizonte, já receberam alta.

Fernando Rochinha, professor de Engenharia Mecânica do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ), estima que a velocidade da queda tenha sido de 70 km/h e o impacto deva ter chegado a 5 toneladas, tendo em vista que o elevador tem capacidade para 12 pessoas ou 820 quilos, segundo funcionários do prédio.

Ainda de acordo com os funcionários do edifício, a empresa Otis, fabricante do elevador, foi acionada na manhã desta terça-feira e fez uma vistoria no equipamento, que foi desligado e isolado.

A Otis informa, através de sua assessoria, que "está trabalhando para coletar todas as informações sobre o ocorrido o mais breve possível".

De acordo com a família das vítimas, essa não foi a primeira vez que um elevador despenca no mesmo prédio. Um acidente similar teria ocorrido recentemente.

— Da outra vez, o meu primo (este não estava no local na noite desta segunda-feira) estava dentro do elevador. Tiveram um machucado na cabeaça, porque o teto caiu quando o elevador bateu no chão. Mas ninguém teve nada grave. — disse Sérgio Gazzola. — Foi a segunda vez com gente da mesma família.

AUTOVISTORIA

Em janeiro de 2014, a prefeitura do Rio decretou a obrigatoriedade de vistorias técnicas periódicas em prédios, com intervalo máximo de cinco anos, a fim de verificar as condições de conservação, estabilidade e segurança das edificações e garantir, quando necessário, a execução de medidas reparadoras. O decreto, no entanto, não especifica a vistoria de elevadores.

– A norma de autovistoria estabelece que as edificações e suas condições de segurança devem serverificadas como um todo. No entanto, há uma lei municipal, fiscalizada pela Gerência de Engenharia Mecânica (GEM) da Rioluz, que estabelece que todos os condomínios devem contratar uma conservadora de elevadores. E tal empresa deve fazer a manutenção dos equipamentos mensalmente e atestar anualmente suas condições de uso – afirma o engenheiro mecânico Samuel Stephan Thomaz, perito de sinistros e sócio da Perícia Engenharia e Soluções.

Em nota, a Rioluz informou que técnicos da Gerência de Engenharia Mecânica estiveram no local e constataram que os elevadores são licenciados. A empresa responsável pela manutenção é a Elevadores Otis do Brasil Ltda., que também está com seu registro regular.

Segundo a nota, numa primeira análise das informações colhidas no local, foi constatado que não houve queda livre do elevador. A hipótese mais provável é a falha no sistema eletrônico de reconhecimento de posição do elevador que provocou uma parada brusca pela atuação do limite de segurança de fim de curso da cabine.

Ainda de acordo com a RioLuz, a equipe que esteve no local constatou que havia um piso de granito no elevador acidentado. A peça pode ter escorregado na frenagem mecânica da cabine, parando apenas nas molas hidráulicas de amortecimento.

Após a liberação do elevador pela perícia, os técnicos da Rioluz darão continuidade ao procedimento para descobrir as causas e os equipamentos que apresentaram falhas.

ACIDENTE FATAL

Na última sexta-feira, uma jovem de 24 anos morreu, na noite de sexta-feira, ao cair do 6º andar dentro do poço de um elevador, no prédio onde morava, na Avenida Nossa Senhora de Copacabana. Segundo a Polícia Civil, o equipamento onde Flora Muller estava com outros passageiros deu defeito e parou de funcionar. Com o elevador parado, a grade de proteção foi aberta por um porteiro e uma das pessoas saiu. Quando a jovem, natural de Petrópolis, tentou saltar, acabou se desequilibrando e caiu no poço. A vítima morreu ainda no local.

Leia mais sobre esse assunto em O Globo

Fonte: O Globo / por Rafael Nascimento / Natália Boere

Publicado por: jSaggiomo | 19/01/2017

Otis comemora 110 anos no Brasil

Otis comemora 110 anos no Brasil

O 1º elevador da Otis no país, ainda em operação, iniciou legado de inovação.

A Otis está comemorando 110 anos no Brasil, marcando o legado de inovação tecnológica da empresa e seu lugar na vida de milhões de pessoas que se deslocam todos os dias pelos maiores prédios de escritórios e edifícios residenciais do país. A Otis, que opera no Brasil como Elevadores Otis, é uma subsidiária da United Technologies Corp. (NYSE: UTX).

A história da Otis começou há mais de 160 anos, em 1852, quando Elisha Graves Otis, nascido em 1811 em Vermont (EUA), inventou uma solução criativa para tornar os elevadores mais seguros – e apropriados para as pessoas se deslocarem. Otis desenvolveu um mecanismo que mantinha a cabina do elevador no lugar caso o cabo rompesse: o freio de segurança para elevadores. Com esse grande passo, os elevadores ajudaram a tornar possível a construção de edifícios mais altos, e transformaram a paisagem urbana no mundo todo.

No Brasil, a história inicia em 1906, quando foi vendido o primeiro elevador da Otis no país para o Palácio das Laranjeiras, atual residência do Governador do Estado do Rio de Janeiro. O elevador do Palácio funciona até hoje e conta com suas características estéticas ainda originais.

“Estamos muito honrados em poder celebrar os 110 Anos de presença no Brasil, oferecendo produtos e serviços de classe mundial aos nossos clientes.”, afirma Julio Bellinassi, Diretor Geral da Otis para a América do Sul.
Atualmente, a planta moderna e ambientalmente sustentável localizada em São Bernardo do Campo, no estado de São Paulo, conta com mais de 20 mil metros quadrados e produz elevadores de última geração atendendo o mercado brasileiro e de toda a América do Sul e Central. Seus funcionários fabricam o elevador Gen2® com drives ReGen™. Como o principal elevador da Otis, o elevador Gen2 redefiniu a indústria de elevadores com uma tecnologia revolucionária que substituiu os cabos convencionais por cintas planas, proporcionando uma viagem mais confortável, maior confiabilidade, uma operação mais eficiente, e maior eficiência energética se comparado aos elevadores convencionais acionados por cabos.

A Otis possui 31 filiais em todo o Brasil e aproximadamente 2.000 funcionários — uma equipe que está constantemente desenvolvendo tecnologias avançadas e sustentáveis para atender e superar as necessidades dos nossos clientes. “Comemoramos 110 anos com uma notável presença nos principais pontos turísticos do Brasil, tais como o Cristo Redentor (Rio de Janeiro), o Elevador Lacerda (Bahia), o Estádio do Maracanã (Rio de Janeiro), assim como inúmeros prédios residenciais e comerciais, shopping centers, museus, aeroportos, hospitais e universidades espalhados por todo Brasil. Com esse legado, assumimos o compromisso de continuar a oferecer os melhores serviços e soluções para nossos clientes nos próximos 110 anos”, finaliza Bellinassi.

Sobre a Otis

A Otis é a maior companhia do mundo em fabricação e prestação de serviços para produtos que movem pessoas, incluindo elevadores, escadas rolantes e esteiras rolantes. Fundada há mais de 160 anos pelo inventor do elevador de segurança, a Otis oferece produtos e serviços através das suas empresas em mais de 200 países e territórios, e mantém mais de 1,9 milhão de elevadores e escadas rolantes em todo o mundo. A Otis é uma unidade da United Technologies Corp., fornecedora líder de sistemas para as indústrias aeroespacial e de construção em todo o mundo. Para mais informações, visite http://www.otis.com ou siga-nos em @OtisElevatorCo no Twitter.

Fonte: CondomíniosSC

As vítimas foram socorridas no próprio Hospital. Já é a segunda vez este ano que o elevador despenca.

Elevador de Hopsital cai no Rio e deixa dois feridos.
Elevador de Hopsital cai no Rio e deixa dois feridos.

O acidente aconteceu na noite desta última quarta-feira (9), no Hospital Pedro II, que fica localizado em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro. O elevador despencou do quinto andar e feriu duas pessoas, o ascensorista e uma mulher. As vítimas foram atendidas no próprio local.

Em nota, a direção do Hospital explicou que o elevador encontra-se interditado para que sejam feitas avaliações no equipamento. Após perícia, a equipe de manutenção irá revelar as causas do problema, e o que teria ocasionado à queda do equipamento.

A nota esclarece que um dos elevadores apresentou um desnivelamento no momento em que transportava duas pessoas e caiu. Explica ainda que as vítimas foram atendidas na unidade e que uma delas, a ascensorista, teria reclamado de dores no corpo, sendo encaminhada para realizar exames médicos e continua internada em observação, porém o quadro de saúde não oferece riscos á vida do paciente.

Já é a segunda vez este ano que um elevador cai na unidade de saúde, a primeira vez em que o acidente aconteceu foi em abril deste ano. O equipamento estava no segundo andar e despencou para o primeiro. No interior do elevador estavam sete funcionários do Hospital no momento da queda.

Na ocasião do acidente, Agentes do Corpo de Bombeiros foram acionados, porém, ao chegarem ao local, às vítimas já haviam sido resgatas e estavam em atendimento hospitalar. Os funcionários receberam atendimento e depois liberados.

Segundo a direção do Hospital, todos receberam atendimento na unidade e nenhuma das vítimas teve ferimentos ou traumas graves. Todos foram avaliados, os que sentiam alguma dor ortopédica foram atendidos por ortopedista, os que precisaram fazer ressonância, fizeram e foram acompanhados por neurologista, todos foram medicados conforme as necessidades e logo após liberados por não existir nenhum trauma ou ferimento grave.

A Secretaria Municiapal de Saúde (SMS) foi procurada após o segundo acidente ocorrido nesta quarta-feira para prestar algum esclarecimento sobre o caso. A SMS confirmou a queda do elevador e informou que o motivo do acidente teria sido o desnivelamento apresentado pelo equipamento. Disse também que as equipes de manutenção interditaram o elevador para a identificação e correção do problema.

Até o fechamento desta matéria, não foram obtidas informações a respeito da alta hospitalar da vítima que teria ficado em observação após o acidente.

Fonte: BlastingNews

Caso ocorreu no equipamento do Centro de Tecnologia e Geociências. Elevador subiu do terceiro para o nono andar, parando bruscamente.

Uma funcionária do Centro de Tecnologia e Geociências (CTG) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) se feriu após um acidente no elevador da unidade. O equipamento subiu do terceiro para o nono andar em velocidade alta, parando bruscamente. Algumas grades de proteção das luminárias chegaram a despencar do teto do elevador.

De acordo com a assessoria de imprensa da universidade, a servidora sofreu escoriações e precisou ser atendida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Ela foi retirada do elevador pela equipe de manutenção do CTG e pela Segurança Institucional da UFPE.
O caso ocorreu na quarta-feira (9). Em seguida, ela foi encaminhada para um hospital particular do Recife, onde passou por exames. A unidade de ensino diz que a direção do centro lamenta o ocorrido e está dando apoio integral à funcionária.
Segundo a direção do centro, o elevador “passa por manutenções periódicas, realizadas por uma empresa terceirizada, ao menos uma vez por mês. A última foi feita antes do acidente”, disse em nota.  O elevador seguirá interditado até a Superintendência de Infraestrutura da UFPE certificar o laudo da empresa de manutenção do equipamento.

Fonte: G1 Globo.com

Mulher de 62 anos chegou a ser socorrida pelos bombeiros. Acidente aconteceu na tarde desta terça em Santa Cecília.

Uma idosa de 62 anos morreu na tarde desta terça-feira (21) após cair no fosso do elevador do prédio onde morava, na Rua das Palmeiras, no bairro de Santa Cecília, no Centro de São Paulo, informou o Corpo de Bombeiros.

Segundo a corporação, o acidente ocorreu por volta das 16h. Às 16h15, cinco carros dos bombeiros estavam no local, prestando socorro à idosa. Ela foi levada com vida ao pronto-socorro da Santa Casa de Misericórdia, também no Centro, mas acabou morrendo no hospital.

Fonte: G1 Globo.com

Polícia Civil acredita em que caso trata-se de acidente: ‘Caiu no vazio’. Segundo bombeiros, queda do 4º andar foi de aproximadamente 15 metros.

Pintor morre após cair no fosso de elevador de prédio, em Goiânia, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Pintor morre após cair no fosso de elevador de prédio, em Goiânia (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Um pintor de 62 anos morreu nesta quinta-feira (22) após cair no fosso do elevador de um prédio, no Setor Central, em Goiânia. Segundo a Polícia Civil, a suspeita é que tenha ocorrido um acidente. "Pelo que apuramos, a porta abriu ele caiu no vazio", disse ao G1 o delegado Izaías Pinheiro, do 1º DP de Goiânia.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a queda aconteceu no 4ª andar, a uma altura aproximada de 15 metros. Quando a corporação chegou ao imóvel, localizado na Avenida Araguaia, ele já estava sem vida.

O administrador do prédio esteve no 1º DP de Goiânia para registrar a ocorrência. Conforme o relato dele aos escrivães, a vítima estava trabalhando no 1º andar e subiu até o 4º para falar com ele.

Após conversarem, o pintor saiu. Minutos depois, a mãe do administrador, que estava no térreo, subiu as escadas correndo e disse ao filho que tinha ouvido um barulho muito forte.

Eles tentaram acionar o elevador, mas não conseguiram. Diante disso, também pelas escadas, eles conseguiram visualizar o fosso e perceber que o pintor estava no local.

Peritos estiveram no local para retirar o corpo e levá-lo ao Instituto Médico Legal (IML).

Pintor morre após cair no fosso de elevador de prédio, em Goiânia, Goiás (Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros)
Quando bombeiros chegaram, homem já havia morrido (Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros)

Fonte: G1 Globo.com / Sílvio Túlio

Publicado por: jSaggiomo | 19/01/2017

Mulher cai em fosso de elevador do 6º andar e morre

Jovem se desequilibrou em prédio de Copacabana, Rio, na noite desta sexta-feira (30).

Um acidente trágico acabou com o Réveillon de uma família de Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro. A jovem Flora Muller, que estava passando as festas com a família na capital do estado, caiu em um poço de elevador e não resistiu aos ferimentos.

A vítima caiu do 6º andar de um edifício de Copacabana. De acordo com informações da #Polícia Civil do Rio de Janeiro, ela acabou se desequilibrando. Por meio de nota a Secretaria Estadual de Segurança esclareceu que o elevador do condomínio quebrou com alguns passageiros em seu interior. No momento em que ele parou de funcionar a grade de proteção do equipamento se abriu. Uma das pessoas que estavam presas saiu. Na vez de Flora tentar desembarcar, houve um desequilíbrio e ela caindo no poço, a seis andares de altura, morrendo na hora.

Testemunhas dizem que o porteiro do condomínio foi quem primeiro chegou para prestar socorro. Ele conseguiu abrir a porta para retirar as pessoas que estavam presas. Flora caiu tentando sair do equipamento, a uma altura estimada de 15 a 18 metros.

A jovem morava há pouco tempo no prédio, localizado na Avenida Nossa Senhora de Copacabana. Seu corpo foi enterrado na manhã deste domingo (1º), no Cemitério Municipal de Petrópolis.

O local do acidente foi isolado e equipes de peritos da Polícia Civil passou horas no local para colher mais detalhes do caso, que segue sendo investigado pela 12ª DP do Rio.

Detalhes do que causou as falhas no equipamento estão sendo levantados e testemunhas estão sendo ouvidas pelos investigadores. Segundo a Polícia Civil, estão previstas diligências ao longo do feriado para apurar todas as circunstâncias do acidente trágico.

Flora era da cidade de Petrópolis, mas estudou Cinema e Audiovisual na Faculdades Integradas Hélio Alonso, no Rio de Janeiro, onde também trabalhava. O namorado da jovem também é oriundo da região serrana. Nas redes sociais ele, além de vários amigos e familiares lamentaram a morte da jovem. Em seu perfil foram publicadas diversas fotos em sinal de luto.

Fonte: O Condomínio

Veja a galeria completa Mulher voltava para casa após deixar praia e não conseguiu embarcar no coletivo Reprodução/Record Bahia Renata Aleixo não escondeu a tristeza em ter sido em Salvador. A mulher contou que chorou após a confusão e só conseguiu chegar em casa por volta das 20h30, após ter ido para a praia e não conseguir embarcar no coletivo. — É difícil e, muitas vezes, humilhante. Acostumada com as dificuldades em transportar a filha de 14 anos, que nasceu com microcefalia e paralisia cerebral, a mulher diz que falta cultura e educação na população. — Eles fazem isso para excluir, para eu falar assim: "não vou mais para praia com minha filha porque fulano de tal me humilhou, que o elevador estava quebrado". Só que eu contrario tudo isso, eu vou e domingo vou estar lá de novo. Uma equipe de reportagem da Record Bahia flagrou o momento em que Renata tentou pegar um ônibus, no domingo (23), na altura do Sesc, no bairro de Piatã. A mulher queria voltar para casa da praia com a filha, mas o coletivo estava cheio e até o espaço destinado à pessoas com deficiência estava ocupado por passageiros sem deficiência. Depois de muita insistência da mãe, que esbravejava que a filha tinha direito, por lei, de ser transportada, o motorista desceu do ônibus para ligar o elevador, mas o equipamento não funcionou. O motorista contou que os passageiros começaram a gritar e fazer algazarra dentro do coletivo e ele preferiu sair do local sem embarcar mãe e filha. O secretário de mobilidade urbana, Fábio Mota, afirmou que todos os ônibus são equipados com elevador e a cadeirante não foi transportada porque o veículo estava muito cheio. — A culpa é dividida. O rodoviário, por não ter chamado a polícia para o cumprimento de uma lei que dá acesso ao cadeirante ao transporte, e a população, que estava em cima do elevador e que não permitiu que o acesso fosse feito.

Fonte: R7

Publicado por: jSaggiomo | 31/10/2016

Elevador despenca em hotel da Boa Vista em Recife

Reprodução/TV Jornal

Um elevador despencou nessa quarta-feira (26), em um hotel do bairro da Boa Vista, no Centro do Recife. Em um vídeo enviado para a equipe da TV Jornal, é possível ver os funcionários e hóspedes aflitos dentro do equipamento, enquanto eles esperam ajuda. Havia quatro deficientes visuais no elevador, mas ninguém ficou ferido. 
Partes da estrutura do equipamento ficaram destruídas. Em nota, a direção do hotel informou que por conta excesso de peso em vez do elevador subir ele desceu um metro abaixo do térreo. A equipe de manutenção junto com a empresa responsável pelos equipamentos deu a assistência retirando as vítimas.

Fonte: TV Jornal

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