Publicado por: jSaggiomo | 22/09/2010

Retrofit do Empire State resultará em economia de US$ 4,4 milhões em energia

Melhorias também devem diminuir o rastro de carbono em 7 mil toneladas por ano

O Empire State, maior edifício de Nova York e ícone mundial, está em fase avançada de retrofit para implementação de processos que vão torná-lo sustentável. O controlador do grupo e dono da propriedade, Anthony E. Malkin, já busca para a estrutura o título de prédio de escritórios “mais verde” do mundo construído antes da Segunda Guerra Mundial.
As reformas começaram em abril de 2009 e devem estar finalizadas em dezembro de 2013. Em 2011, mais de 50% das melhorias, que devem economizar US$ 4,4 milhões anuais em eletricidade e diminuir o rastro de carbono em 7 mil toneladas por ano, já estará instalada. Ao término de todo o processo, o prédio fará parte de seleto grupo dos 10% de edifícios americanos que operam dentro dos padrões de eficiência energética e sustentabilidade.
Responsável diretamente pelo segmento de eletricidade e controle de emissão de CO2, a Johnson Controls, por meio da divisão de Building Efficiency, fornece soluções de automação, gestão e climatização predial. A companhia está encarregada da instalação de 6,5 mil janelas duplas com filme e gás de preenchimento; adaptação de 6 mil saídas de calefação com barreiras refletivas e isolantes; melhoria estrutural das quatro caldeiras industriais do ar condicionado; instalação de sensores  de carbono nos dutos para controlar o fluxo de ar externo no sistema de refrigeração; e modernização da tecnologia utilizada no controle de temperatura.
Este grupo de ações responderá isoladamente por 61% dos benefícios do retrofit e serão necessários pouco mais de três anos para que o investimento do Empire State se pague apenas pelas economias resultantes. Com base na certeza dos resultados, a Johnson Controls tem o compromisso de, durante 15 anos após o fim das obras, pagar aos controladores do edifício o equivalente a economias previstas que não se concretizarem. Também estão envolvidos no retrofit a Clinton Foundation, o Rocky Montain Institute e o Jones Lang LaSalle.
Considerando que 43% dos prédios de escritórios de Nova York foram construídos antes de 1945, o sucesso desta empreitada abre portas para que outros grupos sigam o exemplo.

Fonte: REVISTA INFRA 2010


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